Páginas

terça-feira, 12 de maio de 2015

Maria e o Templo

Em um vilarejo bem pequeno, vivia Maria. Uma camponesa bem gentil e alegre. Ela morava em uma chácara bem próxima a um rio. Maria tinha vacas, porcos, galinhas, gansos, galos, cavalos, patos, e alguns cachorros… Tinha plantações muito grandes e uma casa pequena, mas bonita, ela tinha tudo isso menos ovelhas, todos os seus vizinhos tinham ovelhas… Menos Maria. Naquele vilarejo ter ovelha é coisa de rico, quanto mais ovelhas, mais respeitado você era.
Um dia Maria estava colhendo beterraba e de repente ela ouviu um som estranho que a deixou com raiva, pois ela não conseguiu dormir. Na manhã seguinte o barulho continuou, e, Maria com sua curiosidade foi atrás do som estranho.
Muitas horas andando, achou estranho não ter encontrado nada no caminho, porque na sua casa o som parecia tão perto… Atrás de uma montanha bem grande, ela encontrou uma ovelha, bem machucada e Maria ficou bem feliz porque ela encontrou uma ovelha. Maria pegou um pouco de água do rio, e jogou delicadamente em cima do machucado, depois ela pegou algumas folhas e amarrou no machucado da ovelha.
Quando ela chegou em casa com uma ovelha, os vizinhos ficaram contentes e falaram que ela tinha muita sorte. Maria adormeceu feliz. No dia seguinte desceu e viu uma barrinha de ouro. Os olhos dela brilharam mais do que as estrelas. Ela pegou a barrinha e agradeceu a Deus por aquilo ter acontecido, ela olhou para a ovelha e viu mais uma barrinha, ela pegou e disse:
           —Ovelhinha, você é mágica!!! Mas ninguém pode saber se não vão querer te roubar.
Maria cavou um pequeno buraco e colocou as barrinhas. No dia seguinte sua amiga Andréia foi visitar Maria e a convidou para uma festa que iria acontecer no domingo. Maria aceitou, mas disse que não tinha vestido, Andréia disse que tentaria achar um.
No dia seguinte Maria foi pegar cenouras perto de um barranco cheio de mato, ninguém sabia o que tinha lá em baixo. Quando, de repente ela pisou em falso e saiu rolando do barranco e caiu em cima de uma pedra em volta de um pântano cheio de crocodilos, mas ela não tinha nada para se proteger apenas cenouras, ela jogou as cenouras e os crocodilos pensaram que eram pedaços de carnes e foram para o outro lado. Maria aproveitou e fugiu, mas um crocodilo viu e mordeu a perna dela, causando uma grave ferida em sua perna esquerda.
Mesmo ferida Maria subiu o morro e chegou a plantação de cenouras, onde encontrou uma grande cobra. Ela correu o mais rápido que pôde e ela chegou em casa, e trancou a porta. Fez um curativo para seu machucado e dormiu.
No dia seguinte Maria voltou para o jardim onde viu mais ouro, e se lembrou da festa de domingo que sua amiga tinha falado, ela pegou um pouco do ouro e foi comprar um vestido novo. No meio do caminho ela encontrou uma chave, ela reconheceu a chave:
—É do templo sagrado… O que uma pessoa estaria fazendo com essa chave? Tentar roubar o templo?
—Eu não sei, mas é melhor conferir.
Maria foi correndo até o templo, pegou a chave e tentou abrir a porta. Não funcionou porque a chave estava sem uma parte dela. Maria achou estranho e disse:
—Está sem uma parte?! Como eu não percebi isso antes… Vou mostrar para a Andréia, ela conhece a vila inteira vai saber quem pegou a chave.
Maria encontrou Andréia na estrada colhendo flores. Maria disse:
Andréia! Preciso falar com você!
Ela não respondeu.
—Andréia! Andréia!
Andréia continuou não respondendo. Ela está meio estranha hoje…
Maria estava admirando as árvores quando viu algum objeto brilhando na grama, ela o pegou viu que era a outra parte da chave. Maria foi correndo até o templo, encaixou as duas partes e:
Abriu! Finalmente abriu!
Maria foi correndo para dentro do templo e viu um monte de ouro e prata. Lá dentro tinha joias, diamantes, ouro, e outras coisas valiosas. Maria fechou a porta do templo e pegou algumas sacolas e jarros que tinham lá, depois de ter pego muitas valiosas joias, ela foi até a porta mas a porta não abriu. Maria chamou por ajuda:
—Socorro! Socorro! Eu estou dentro do templo!!! Alguém me ajude por favor!

Um homem ouviu os gritos e ajudou a abrir a porta. Depois do susto Maria prometeu nunca mais ser gananciosa. 



BEATRIZ SAORI - 4º ANO A

O ALUNO NICOLAU

Um dia um menino chamado Nicolau, tinha acabado de se mudar para o bairro das Palmeiras.
Seu pai que se chamava: Henrique e sua mãe que se chamava: Lívia tinham muito trabalho para fazer, enquanto isso Nicolau foi para seu quarto e viu uma garota na janela e ficou encantado com ela.
No outro dia sua mãe o matriculou em nova escola que se chamava Mesa Grande, mas para a surpresa dela, Nicolau havia fugido de casa. Olharam no quarto, em baixo da cama dele,mas não acharam o acharam.
Enquanto isso ele estava sentado em um ponto de ônibus quando quatro meninos e um velhinho apareceram. Nicolau estava com medo e assustado mas eles o acalmaram.
Nicolau dormiu com eles. No dia seguinte ele disse aos novos colegas que não tinha nenhum talento, e o velhinho disse que podia tocar sua gaita e foi então que Nicolau conseguiu produzir um som leve e bonito e todos aplaudiram.
Mas, como estavam próximo de uma mata o som produzido pela gaita chamou a atenção de um tigre, que se aproximou e começou a rugir.
Nicolau continuou a tocar a gaita, mesmo com medo, e com isso conseguiram espantar o tigre de volta para a mata. Embora todos estivessem assustados ficaram muito contentes e aplaudiram novamente o Nicolau e o aconselharam a retornar para casa e para sua escola.
Ao retornar para casa foi recebido com muito carinho por sua mãe e na escola sentou-se próximo da menina que tinha visto pela janela da sua casa. Percebeu então, que estudar nesta escola não era assim tão ruim.



ISABELLE VITORIA ESTREMEIRA LIMA - 4º ANO B

PERDIDOS NO FUNDO DO MAR

Um dia  um menino chamado Jorge foi pescar com seu pai Fred.
O menino gostava muito de pescar com seu pai, pegavam muitos peixes e de vez em quando os dois mergulhavam para se refrescar do calor.
Eles pegaram peixes enormes, mas neste dia  a comida de peixe tinha acabado e como era domingo e era de tarde  as lojas estavam fechadas. Então, como estava calor, eles resolveram novamente mergulhar.
Jorge não obedeceu  seu pai e foi pro fundo do mar.
Quando não dava mais para ele nadar Jorge mergulhou.
Ele viu varias coisas, peixes, lagosta, golfinhos mas quando viu o tubarão ele começou a nadar muito rápido.
Mas seu pai estava preocupado e  foi atrás dele.
Quando o tubarão estava prestes a pegar ele o pai conseguiu resgatá-lo,  mas o  tubarão continuou a seguir os dois e  quase furou o barco. Neste instante  apareceu um pescador e jogou uma rede no tubarão que ficou se debatendo todo.
Jorge e seu pai aproveitaram esta oportunidade e fugiram do perigo.

Voltaram para casa com muita historia para contar, porém com poucos peixes na rede. 


Sidney Rodrigues Junior - 4º ano B

AS AVENTURAS DA HELENA

Era uma vez uma menina que sonhava em participar de uma aventura, ela se chamava Helena e fazia parte de um grupo de Escoteiros. Então, decidiu acampar com esse grupo, em uma floresta. Porém ela se perdeu com suas amigas, que se chamavam: Ana Júlia, Maria Eduarda, Sofia e Fernanda.
A sorte delas é que não esqueceram a mochila no acampamento! Então, ficaram por ali mesmo, montaram a barraca e deitaram nos sacos de dormir.
Quando Sofia foi deitar ouviu um barulho e Helena decidiu ver o que era, então percebeu que eram dois meninos: Daniel e Davi, eles eram irmãos. Daniel e Davi estavam numa caça ao tesouro e se perderam também.
Helena disse:
—Entrem logo, antes que comece a chover!
Assim que os dois entraram na barraca começou a chover.
Daniel começou a contar historias de terror, quando acabou Ana Júlia ficou com muito medo, principalmente na hora de dormir.
Ela ficou acordada a noite toda pensando que um monstro podia pegá-la, mas Helena disse pra Ana Júlia:
—Não fique com medo e só uma historia. Quer que eu conte outra historia para você?
Ana Júlia disse:
—Mas não vai ser de terror né?
Helena disse:
—É obvio que eu não vou contar historia de terror, posso te contar uma historia que minha vó me conta antes de dormir.
Ana Júlia disse:
—Tá bom!
E quando o dia chegou os escoteiros encontraram elas e resolveram fazer um piquenique, Fernanda falou:
          —Gente, vamos explorar uma caverna?
As meninas disseram:
          —Sim!
E quando elas entraram estava escrito em uma placa: Só entre se for corajoso!
Sofia disse:
—Não vamos entrar, estou com medo!
As meninas disseram:
—Não, vamos continuar, é só tomar cuidado onde pisa e ficar sempre juntas.
Elas encontraram uma pedra preciosa e ai Fernanda falou:
—Vamos pegar é muito valiosa.
Quando elas pegaram a pedra, começou a cair umas pedras do teto da caverna, e elas saíram correndo, mas, junto com elas saíram também alguns morcegos, que se escondiam lá...foi um desespero.
Todas estavam assustadas e não sabiam se tinham tomado a decisão certa.
           Elas tinham corrido muito e estavam com sede, então Sofia disse:
          —-Vamos beber água? Estou com sede e cansada. O que vocês acham?
          Então, novamente elas foram atrás de algum riacho ou lago.
          De repente um homem bem velho perguntou:
         —Vocês precisam de ajuda?
         E elas responderam todas juntas:
         —SIM!
      O velho homem se chamava Moacir, e morava na floresta há muito tempo.    Com certeza ele saberia indicar um lugar seguro para beber água.
       Ele era muito legal, contou algumas historias de quando era criança e logo acharam o lago.
      Quando Maria Eduarda viu o lago largou a bolsa e foi correndo beber água, mas a pedra que estava na bolsa caiu.
      O velho Moacir ficou assustado e perguntou onde elas tinham encontrado.
      Maria Eduarda contou como tudo aconteceu e perguntou se tinha feito algo errado. Ela disse:
       —Eu só queria levá-la porque é muito bonita, e deve ser valiosa também.
      Mas o velho Moacir explicou:
     —Existem coisas na floresta que não podemos tocar ou retirar, a natureza vai sendo acabada toda vez que isso acontece. Para consertar isso vocês devem devolver a pedra, o lugar dela é na caverna.
      Todas pediram desculpas e agradeceram por ter encontrado o velho Moacir, sem dúvida elas tomaram a melhor decisão.
      Ainda estava de dia e então elas tentaram voltar e viram uma fumaça, era a fumaça do acampamento. Que sorte!

      Depois de tudo que passaram o que elas queriam era tomar um bom lanche e dividir tudo que aconteceu com seus amigos.



VICTÓRIA ALEJANDRA RUBIO - 4º ano B

MACACO COM FOME.

   Era uma vez um macaco com fome, ele morava em uma árvore pequena e sentia muita fome, então, decidiu  partir para uma cidade  grande em busca de comida.
         Depois de   dois dias chegou na cidade, porém quando as pessoas o viram, ficaram assustadas e saíram correndo .
          As pessoas falaram com os guardas para mandar o macaco embora, mas  o  guarda não mandou,  então teve um tiroteio para tentar matar o macaco, mas ele não morreu .
          Depois de um dia, o macaco muito esperto, pegou toda a comida e voltou para sua árvore.  

  




Texto ilustrado e produzido pela aluno: Felipe Gabriel Medeiros - 4º ano B

UM CHAMADO PARA A AVENTURA!!!

 Numa cidade, um grupo de amigos chamados: Chica, uma menina de 11 anos, Rafaela, uma menina de 10 anos, Carlinhos, um menino de 11 anos e Davi, um menino de 8 anos, procuravam aventura. Então os amigos resolveram passear pela floresta, de tanto andar acharam uma pirâmide e resolveram entrar, quando entraram viram uma placa escrita “Não entre, pode ser muito perigoso e cheio de desafios!”, mas o grupo de amigos nem ligou para a placa e foram andando. Quando chegaram no primeiro desafio encontraram a princesa do Egito e ela falou:
—Só os mais corajosos poderão encostar no  meu animal  de estimação.
Então a Rafaela falou:
—Todos os gatos do meu prédio gostam de mim! Então com muito cuidado, Rafaela fez um carinho no gato, que tinha uma cara de bravo, e conseguiu pegar um punhado de pelo dele e comemoraram muito.
E partiram para o segundo desafio. Já no segundo desafio, eles tinham que dar a resposta para alguns desafios de matemática, que o guardião falava:
—Quanto é  8x9,  9X5 e  6x7.
Carlinhos com muita pressão e nervosismo, respondeu todas  e ganhou  um  prêmio.

E foram correndo para o terceiro desafio. No terceiro desafio, a Chica acordou  muito assustada  e  percebeu  que tudo  aquilo foi apenas um sonho. E assim terminou esse  sonho que parecia uma aventura.

Texto ilustrado e produzido pela aluna: Júlia Frazzatto Rigo  - 4º ano B  

OS QUATRO GATOS

Olá, eu sou um gatinho preto, minha historia começa assim.
Fui criado na rua. Vivi anos e anos na rua, quando um dia um humano decidiu pegar eu e minha família para cuidar de nós. Este homem nos colocou em uma caixa, para que as crianças pudessem nos pegar e brincar. As crianças sempre pegavam todos da minha família, menos eu.
Eu fiquei dias, semanas e meses e ninguém  me pegou, então decidi fugir para rua e foi então que  conheci um bando formado por  três gatos que me aceitaram como se eu fosse do bando.
Então um dia o bando foi para uma rua que eu não conhecia e fiquei com medo, nisso um homem apareceu. Ele usava roupas remendadas e era um mendigo.
            Quando os gatos iam dormir, este mendigo lia um livro infantil para que eles conseguissem dormir.
Num outro dia saímos para passear e eu novamente me perdi e de novo fiquei com muito medo, mas uma menina me pegou, porque me achou muito fofo e decidiu me levar para a casa dela. Lá fui tratado como se fosse seu filho. Ela era muito rica, mas  não ligava para o dinheiro, pois só ligava para a vida dela e não dos outros.
         Quando fui passear com ela, eu sem querer,  cai do carro  e o mendigo soube que o gato dele estava com uma menina rica e fez a menina trazer  dinheiro para ele, senão  não ia devolver o gato.
          Ela então seguiu o mapa e perguntou:
—Onde esta o meu gatinho...chorando?!
O homem ficou triste e falou:
—Não precisa me dar o dinheiro, està aqui seu gatinho. Pode ir embora eu não vou mais pegá-lo. Tchau.
E a menina respondeu:
—Até logo!

E o gato e a menina viveram felizes  para  sempre.

Texto ilustrado e produzido pela aluna: Letícia Oriani de Carvalho - 4º ano B